Na última quarta-feira, 25, o diretor de futebol do Goiás, Marcos Figueiredo, num arroubo de sinceridade, revelou uma “dívida moral” junto ao Internacional, pela fuga do rebaixamento naquele campeonato, em jogo válido pela última rodada.
O Goiás venceu o Inter, em jogo pra lá de estranho, em que um pênalti teve de ser repetido duas vezes, até que a bola esmeraldina entrasse. Não é preciso lembrar que o resultado selou nossa queda para a série B.
Agora vem o dirigente e confessa, mesmo que usando outras palavras: O Inter entregou.
Como se não soubéssemos. Como se o Brasil inteiro não tivesse visto. Como se ninguém achasse que Fernandão e cia. apresentassem um incomum “corpo-mole” naquele jogo.
Como se fôssemos um bando de otários.
E é exatamente a lembrança desses fatos que deixam claro que não entregaremos o jogo para o Flamengo. Não somos iguais a eles. Somos corinthianos, homens que honram a camisa, acima de tudo. Podemos até perder, mas entregar nunca.
O troco desses senhores, já demos na Copa do Brasil. Mostramos que um time, para ser campeão, não deve ser apenas badalado e tido como o melhor elenco.
Precisa ser formado por homens.
Foi uma rodada em que vimos um pouco de tudo.
A mais nova fofoca plantada em um blog de “jornalismo” relata que Edno estaria com problemas no joelho.
Rubinho venceu mais uma, desta vez em Monza.
A coisa está feia pros lados do Jardim Leonor.
Li no Lance! matéria que anunciava uma reunião das diretorias de Corinthians e Portuguesa sobre a negociação do atleta Edno.